domingo, 3 de maio de 2009

caminhos da vida

Um dia vagueei nos caminhos do meu Coração
Precisava de percorrer aquela longa estrada
Fui caminhando sempre em vão
Fui fazendo a minha caminhada
Encontrei uma curva encurvada
Onde estava uma placa a dizer
A jornada que estás a percorrer
Está perto de estar acabada
E eu pensei logo então
Acabar agora é que não
Ainda faltam memórias por lembrar
E este poema diz o que eu estou a pensar
Vou continuar por este caminho
E ainda que esteja sozinho
Vou andando de vagarinho
Para minha meta alcançar
Eu sei do que estou a falar
E é isto que eu quero fazer
Já desde criança
E ninguém me pode contradizer
Porque quem corre por gosto não se cansa
E disso posso me eu lembrar
Fazendo este caminho ás vezes a chorar
Das recordações más ou das recordações boas
Mas ninguém pode andar á toa
A verdade ás vezes magoa
Da parte de quem esta a ouvir
Mas vou com o meu caminho prosseguir
Até que começo a ouvir uma pequena voz
Era a voz de Eça de Queirós
E eu perguntei-lhe sobre o aperto no coração que estava a Sentir
E ele disse -me a sorrir
Tenho acompanhado teu caminho amargurado
Mas agora estou aqui em espírito ao teu lado
Pra anunciar que vieste com calma e sem pressa
Não foi preciso vir de bicicleta
Mas chegaste á tua meta
E estive-te a ouvir declamar
Parabéns, se isto é um sonho acabaste de o realizar







José Coelho

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